Começando pelo arquiteto inglês, a interatividade consiste na modelação luminosa do ambiente através da intensidade das vozes das pessoas. De acordo com o som emitido havia a transformação e a projeção de luzes numa neblina formada por gotículas de água. Desse modo, na medida que os participantes descobriam que poderiam interferir no que estavam vendo, gritavam e interagiam entre si.
Contudo, quando mais
pessoas participavam, mais desconfortável tornava-se o ambiente. Por fim, a interação
se resumia a gritos e berros, afastando alguns usuários.
O trabalho da
japonesa consiste em programar algumas câmeras, de forma a seguirem as pessoas
e registrar pequenos vídeos que depois eram misturados com outros e exibidos
numa tela. A obra propõe um reflexão a respeito da macanicidade e da vigilância
nos centros urbanos contemporâneos.
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